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Mostrando postagens de fevereiro, 2015

Comer, beber e provar.

Viajar é muito bom. Bom demais. Quem viaja sabe. E quem não está viajando, com certeza está sonhando com o próximo destino. É assim. Um vício. Viciante. Viciador. Que viajar é conhecer outra cultura todo mundo fala. Que para viajar é bom ir com a mente aberta para provar de tudo é consenso também. Mas mesmo assim muita gente ainda não aprendeu a respeitar e a experimentar a comida de outros povos. O que é uma pena porque comer é tão bommmmmm. As civilizações antigas já sabiam da importância da comida como um denominador das culturas. Muitos soldados sabiam que para conhecer melhor os povos conquistados ou ganhar sua confiança tinham que comer o que eles comiam e beber de sua bebida preferida. Isso indica respeito. Eu adoro comer e quando comecei a viajar descobri que conheço muito mais das pessoas, da cultura e de suas vidas pela comida, pela gastronomia. Que ela faz com que cada povo tenha uma estrutura genética única, que as principais refeições do dia podem conter alime...

Vamos falar de (falta) sexo e (excesso) de hipocrisia: “50 Tons de Cinza”. Parte 2.

Muitas mulheres que leram o livro, e já li inúmeros artigos através dos anos, também acham absurdo ou bastante fantasioso a ideia de uma mulher virgem conseguir atingir o orgasmo nas primeiras vezes.    Ooooookkk! Primeiro: tanto o orgasmo como o sexo está muito super valorizado ao meu ver. Muitas pessoas nem percebem o prazer do encontro porque estão obcecadas querendo ter orgasmos e no final não têm nem um nem outro e o número de mulheres-e por conseqüência seus parceiros- que se dizem sexualmente insatisfeitas é enorme.  Esse foi um ponto que sempre defendi no livro: uma mulher pode sim ter prazer, pode sim chegar ao orgasmo com seu primeiro parceiro se ele for experiente e se ela tem o corpo/mente preparado para isso. A personagem não é uma adolescente biologicamente em formação. O corpo dela aos 21 anos está completamente preparado para isso. E a biologia meus caros, é forte. A natureza tem seu curso natural. E porque ela não sentiria tanto prazer se ...

Vamos falar de (falta) sexo e (excesso) de hipocrisia: “50 Tons de Cinza”. Parte 1.

Esse post ficou grande e optei por dividi-lo em dois, porque sinceramente li, li e reli e não acho que eu deva retirar nem uma vírgula do meu desabafo/opinião.    Tenho lido alguns comentários em artigos (afinal os comentários existem para o pessoal falar o que quer e para que pessoas como eu possa ler e observar os pensamentos da massa – adoro fazer isso ) sobre a estréia do filme “50 Tons de Cinza” e é interessante perceber o grande número de mulheres que diz não ter lido o livro porque ouviu que era ruim e por esse motivo não verão o filme porque também será ruim. E outras ainda afirmam que um filme desse cheio de cenas de sexo não vale a pena. Primeiro: se você não leu e não viu como pode dizer que é ruim só porque está ouvindo que será? Segundo: pessoas adultas já não deveriam ter passado da fase “Maria-vai-com-as-outras” ? Vi uma imagem com texto no Facebook que dizia que o livro é ruim e mostra uma relação sexual abusiva, obsessiva e machista. Isso ...